A multidão islandesa que recebeu a sua selecção depois de derrotada pela França forneceu uma das imagens mais impressionantes do Euro. O feito da equipa do pequeno país foi também dos adeptos que não regatearam a expressão do espírito comunitário nas vitórias e na derrota.
Aconteceu o mesmo no Euro 2004, quando a selecção nacional perdeu contra os gregos. Centenas de milhares saíram às ruas para comemorar na derrota um momento comunitário único de amor à terra.
Esta inversão da norma das comemorações torna-se necessária porque a comunidade, o amor dos adeptos ao país e a si mesmos enquanto portugueses se sobrepõe à razão de ser do evento, o futebol. Esperemos que logo à noite se comemore pelo amor à terra — mas também pela vitória.
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