A menorização da mulher é, por paradoxo, resultado da civilização. Quando os humanos criaram a agricultura, a aldeia, a família e a propriedade privada, a "divisão social do trabalho" apontou à mulher a criação dos filhos e os trabalhos agrícolas à volta da casa: a propriedade e sua sucessão implicavam a unidade familiar e a transmissão de bens para filhos legítimos; a mulher ficava amarrada ao homem e, mais ou menos, sua propriedade. Na rude sociedade rural, a morte duma vaca era perda maior do que a da mulher, que o pobre agricultor podia substituir sem custo económico. Ainda no século XIX era legalmente possível a homens ingleses descontentes com as cônjuges venderem-nas na praça pública.
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