Nos media nada mais aconteceu de essencial na política durante meses. E resultou. António Costa subiu por fim aos céus, subiu nas páginas voláteis de jornais e Internet, subiu em elogios unânimes no círculo de ferro montado para que quem não fosse costista não fosse bom português, subiu nos ditirambos mais religiosos que alguma vez algum político recebeu desde que Sócrates foi o melhor primeiro-ministro de sempre, nas palavras então escritas na pedra por Ricardo Costa. Desta vez, o ditirambo louvaminhas coube a Ângela Silva, jornalista que por uma década recebeu das frescas fontes de Belém as manchetes semanais do ‘Expresso’. Em 3 de Julho, partilhou com o “caro leitor” a sua alegria íntima sobre o “estímulo” “providencial” que nos deu “o inesquecível António das vacas que voam”: “Temos que agradecer a António Costa a alegria com que vaporizou a pátria […] Ter um português à cabeceira do Conselho Europeu não sobe salários, não baixa rendas, não insufla o PIB, nem garante médicos, mas nós contentamo-nos com pouco, ficamos sempre animados com orgulhos e sentimos sempre muito orgulho quando um dos nossos ergue a taça”.
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