Disse que voltaria ao assunto, depois de ouvir as declarações de Trump sobre a Ucrânia, da última 2ª feira. De facto, foram importantes e devem fazer-nos pensar. Trump seguiu o sentir generalizado e demarcou-se de Putin. Chamou-lhe mentiroso com todas as letras. Disse que já “enganou” 4 presidentes americanos, mas a ele não iria enganar. Julgo que nem mesmo Putin terá o desplante de se apresentar ao seu lado sorridente, como no passado. Prometeu apoiar a Ucrânia, com armas vitais, que serão pagas pelos europeus, num acordo gerido pela NATO. No fundo, passa-nos a responsabilidade para manter a sua base de apoio, “America First”, que defende restrição e poucos gastos externos.
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