O mundo vive uma época muito exigente. Está em causa uma crise enorme nos sistemas políticos que ameaça os partidos tradicionais e provavelmente também o modelo de democracia em que se tem vivido na civilização ocidental; ao mesmo tempo está em causa a ordem geoestratégica que vigora desde o fim da Segunda Guerra Mundial; também estamos no dealbar de um tempo novo, com realidades tecnológicas de consequências absolutamente imprevisíveis em que a própria inteligência humana pode ter de viver com a inteligência artificial. E a moeda, tal como a conhecíamos, e o sistema monetário a que deu origem também estão a ser alterados para moedas digitais e a criptoeconomia. Para além disso, é um tempo de ameaças muito consideráveis por força do incremento da atividade humana especialmente ao nível do clima, mas também das consequências que isso gera para o aparecimento de realidades que provocam ameaças globais para a saúde dos seres humanos. Estamos, pois, numa mudança civilizacional, mas que na verdade atinge todo o planeta.
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Quem discute relações laborais deve ter bem presente o tempo em que o Mundo está e aquele em que vai entrar.
Não parecendo uma pessoa extrovertida, o Papa Leão XIV transmite algo de ternurento e carinhoso.
O Mundo precisa de clarificação. Parece que anda tudo sem norte, confuso, contraditório.
É preciso dizer não e irem para o Tribunal Constitucional juízes com curriculum de qualidade.
Foi uma cerimónia muito digna, sem incidentes nem faltas de respeito. Hoje em dia não é frequente.
Cometeu erros, como acontece com todos. Sempre igual a si próprio: íntegro, inteligente, incomparável.
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