Joana Batista, de 30 anos, trabalhadora de uma pastelaria, casada, mãe de dois filhos “menores” de 5 e 11 anos, terá violado o sexto mandamento talmúdico da Lei Mosaica, ao “encomendar” a dois homens (um dos quais se encontra em fuga) a morte do “amante”, João Ramos, mecânico, de 58 anos. O corpo da vítima foi encontrado num terreno de descarga de entulho e apresentava sinais de grande violência, com diversos golpes profundos na zona do rosto, peito e abdómen. Terá sido Joana a conduzir a própria vítima ao altar do sacrifício, onde os comparsas o golpearam sem piedade.
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