Para memória futura, ficam as declarações do Primeiro-Ministro na sua tomada de posse, a referir que existe uma incapacidade de articulação entre organismos públicos e uma “Cultura de quintal”, protagonizada pela Administração Pública. Tem por isso, na Segurança Interna, a oportunidade, face à necessidade, de proceder à reforma que se impõe, devidamente identificada, mas que a falta de coragem e comodidade política a tem, sucessivamente, adiado. O excesso de atores intervenientes e as inerentes redundâncias impõem, há muito, essa intervenção.
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Estratégias governativas de quem continua a desconsiderar a Segurança do país.
Presidente da Liga de Futebol está preocupado com o aumento de um euro nos gratificados dos polícias.
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