Diz-se do Amor que “cada panela tem a sua tampa”. Francisco foi a tampa certa para o ultrapassado pote de ferro da Igreja Católica. Mas não concluiu o decisivo trabalho que iniciou como Papa e há o risco de, sem continuidade, a Igreja se voltar a perder. Foi Humanista, Moderno, deu esperança grátis e colocou católicos e não católicos a discutir sexo, ambiente, política, pobrezas, num Mundo, lamentou, “que se esqueceu de como chorar”. Se não tivesse confessado a predileção por Beethoven, Bach e Mozart, e de como a música clássica o elevava até Deus, poderia dizer-se que foi um Papa punk, por ser contracultura num Vaticano minado. A sua inteligência está também na escolha da última morada e onde descansa desde ontem.
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