Numa altura em que se discute os cartazes polémicos do Chega e Luís Montenegro pede aos portugueses para pensarem como Cristiano Ronaldo (para não lhes chamar preguiçosos porque parece mal...), gostaria de recordar aqui as palavras sábias de Pedro Passos Coelho, quando disse que “o desemprego não tem de ser uma coisa negativa, mas uma oportunidade para mudar de vida”. É precisamente deste otimismo que precisamos para enfrentar 2026. Não vejam as 17 horas de espera nas urgências do hospital com a pulseira amarela como um atentado social, mas como uma oportunidade para ler a obra completa de José Saramago ou fazer um casaco de lã para vender na Vinted, de forma a esticar o orçamento familiar e, quem sabe, investir num seguro de saúde para poder ir ao privado. Também não encarem a subida do preço da água em Lisboa como uma afronta para os moradores, mas como um incentivo a beber vinho, como aquele que é produzido junto ao aeroporto, que tem um travo a querosene e desentope as artérias. E parem de se queixar do aumento da idade da reforma, porque vamos todos morrer e não vai haver reforma para ninguém! Sejamos otimistas e quando aumentarem os impostos digam: “Siiiiiiiiiiim”.
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E parem de se queixar do aumento da idade da reforma!
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