Algo vai mal no reino da Dinamarca - e, neste caso, talvez ainda pior na República Portuguesa. Há mais de duas semanas que é conhecido o nome de Carlos Cabreiro como novo diretor da Polícia Judiciária, após uma escolha que o primeiro-ministro demorou cerca de um mês a anunciar. No entanto, a tomada de posse continua por concretizar-se, sem explicações claras. Esta demora levanta dúvidas e transmite uma imagem de desorganização e desvalorização institucional. A PJ, peça fundamental no combate ao crime em Portugal, merece respeito, estabilidade e liderança efetiva. A ausência de formalização de funções fragiliza a autoridade do cargo e pode afetar o funcionamento da instituição. Num momento em que a confiança nas instituições é essencial, este tipo de indefinição não contribui para a credibilidade do Estado nem para a tranquilidade dos cidadãos.
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A PJ, peça fundamental no combate ao crime em Portugal, merece respeito, estabilidade e liderança efetiva.
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Com a aproximação da época de incêndios, aumenta a pressão sobre corporações já fragilizadas, obrigadas a responder diariamente a emergências e ao uso intensivo de ambulâncias.
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Novo homem-forte da PJ, traz consigo o peso discreto de décadas a lidar com um crime que não se vê, mas que cresce nas sombras do digital.
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