No mundo dos consensos após a morte, poucos se lembraram dos desejos de Pinto da Costa. Pediu recato no funeral, garantiu que só queria ali quem se tivesse importado verdadeiramente com ele. Não foi o que aconteceu: numa igreja sequestrada pelos Super Dragões, os mesmos que em novembro de 2023 não honraram a assembleia geral, houve cerveja, charros e troca de ‘fast food’. Comeu-se, fumou-se e riu-se. Geriu-se portas, impediu-se entradas e até houve sessões de pancadaria com a urna como pano de fundo. Foi o adeus de um líder que teve a sua guarda pretoriana na hora da morte, a mesma que o levou aos pouco mais de 20 por cento no último ato eleitoral. Uma última nota para a inacreditável ausência de pêsames dos mais diretos rivais, mas ainda mais para o mais inacreditável cinismo de Villas-Boas. Foi impedido de ir ao funeral pelo próprio em vida, mas manifestou o desejo de que Porto e Benfica se fizessem representar por uma comitiva oficial. Na hora da morte, Pinto da Costa merecia mais. Mas nem os mais sensatos ousaram enfrentar aqueles que sempre lhe alimentaram o pior, mesmo sendo alguém que também conseguia ser o melhor.
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