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Tânia Laranjo

Tânia Laranjo

Jornalista

Uma lei injusta e desumana

24 de março de 2026 às 00:30

Miguel morreu em dezembro e, entre o diagnóstico e o funeral, não passaram sequer duas semanas. À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral, apenas porque Miguel não teve tempo de descontar, nem de construir uma carreira contributiva. Como pode o Estado virar as costas a quem já perdeu tudo?

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Uma lei injusta e desumana

À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral.

Símbolo do descrédito

Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito.

Quem responde?

Mariana Fonseca, condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio de Diogo Gonçalves, fugiu para Jacarta antes de serem emitidos mandados internacionais.

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