Miguel morreu em dezembro e, entre o diagnóstico e o funeral, não passaram sequer duas semanas. À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral, apenas porque Miguel não teve tempo de descontar, nem de construir uma carreira contributiva. Como pode o Estado virar as costas a quem já perdeu tudo?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
À dor devastadora de perder um filho, os pais somaram um choque ainda maior: uma lei fria e desumana que lhes nega o reembolso das despesas do funeral.
Ninguém detém o monopólio da investigação.
Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito.
Nos Salesianos de Manique (Cascais), a cantina tem comida de “primeira” e de “segunda”.
Pune-se quem sobrevive e protege-se quem explora.
Mariana Fonseca, condenada a 23 anos de prisão pelo homicídio de Diogo Gonçalves, fugiu para Jacarta antes de serem emitidos mandados internacionais.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos