O Porto guarda memórias sangrentas. Há mais de uma década, a cidade viveu sob o peso da Noite Branca, uma sequência de mortes encadeadas por vinganças, como dominós que tombavam ao som dos tiros. Cada disparo era uma resposta ao anterior, cada cadáver era um recado.
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Há quem tenha perdido tudo e quem esteja a perder a esperança.
Não é zelo institucional, é intimidação.
António José Seguro não é Marcelo Rebelo de Sousa.
O 112 aplaudiu-o e, depois de uma sucessão de tragédias que marcaram o nosso País nas últimas semanas, devolveu-nos esperança.
Assistimos a tudo isto e apenas confirmámos o que já sabíamos: os nossos heróis são eles – os bombeiros.
André Ventura somou, sozinho, mais votos do que o próprio partido nas legislativas, confirmando uma realidade política incontornável.
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