O calor voltou já todos o sentimos e com ele, vem sempre o medo dos incêndios. Medo para todos. Para os que vivem entre pinhais e florestas, os que têm animais nos pastos, ou os que estão isolados em aldeias vazias. Para os bombeiros, a proteção civil, os hospitais, a polícia. Estes dias quentes que, para muitos, equivalem às primeiras idas à praia e ao descanso de algum tempo de férias, para outros é o início de mais uma temporada de desgaste e de luta. As chuvas que tivemos fizeram crescer o mato e adivinha-se um calendário muitíssimo exigente para todas as mulheres e homens que têm de lutar contra o fogo.
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As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
Todos, todos, todos dão corpo à nossa democracia e merecem ser devidamente considerados.
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