Perante os recentes acontecimentos internacionais e nacionais, só consigo pensar em duas palavras: “Bem Comum.” E passo diretamente à interrogação: onde está o Bem Comum? Por onde anda um conceito que nos torna Pessoas com sinal +, pessoas cujas vidas procuram outro sentido que não seja o poder do mais forte, do dinheiro, da ganância, do vale-tudo para se alcançarem os fins? Estejamos a falar da realidade da ocupação da Ucrânia, dos acordos traçados e quebrados no Médio Oriente, dos braços de ferro entre países, em que os mais fracos acabam sempre por perder… estejamos a falar das lutas políticas que se passam no nosso país, que escalam de uma forma nunca vista e se tornam momentos em que todos sentimos uma certa vergonha alheia. É neste momento que a mesma pergunta se repete na minha memória e no meu coração: “Onde estão os homens e mulheres que defendem e lutam pelo Bem Comum?” Por onde anda a consciência coletiva que faz ouvir a sua voz, trazendo à discussão pública o valor e o lugar do “Bem Comum”? Enchemos primeiras páginas dos jornais com defesas públicas de que se tomam estas e aquelas decisões por bem e para bem. Mas para bem de quem? Na imprensa internacional partilha-se um sentimento de enorme preocupação pelo futuro próximo. A Europa nunca teve um tão longo período de Paz desde o fim da II Guerra Mundial e contou sempre com os seus aliados. Esta Paz tornou possível a reconstrução de cidades e países, trouxe a segurança social, o desenvolvimento da economia, permitiu circulação de pessoas e de bens, desenvolveu o turismo. Neste momento as interrogações e receios são muitos e é precisamente agora que os homens e as mulheres a quem entregámos o destino do nosso país, deputados e governantes, não se conseguem entender, utilizando táticas, linguagens e atitudes que em nada revelam a procura do Bem Comum.
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Como dizia o Papa Francisco, devemos usar e abusar de duas pequenas palavras; Obrigado e Desculpe.
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