Já foi notícia, isto é, já corresponde à pressa mediática do nosso tempo, em que as notícias se ultrapassam umas às outras, por vezes no breve espaço de 24 horas. Mas não posso deixar de reforçar o meu grande sofrimento quando tomei conhecimento de mais um crime horrendo, desta vez ocorrido na minha diocese de Setúbal. Refiro-me à morte de uma mãe, no Barreiro, às mãos do seu marido. O crime foi presenciado pelos filhos deste casal, um com 14 anos e outro com apenas seis anos de idade, sendo que o mais velho terá tentado evitar a morte da sua mãe. O comunicado da Polícia Judiciária informou que a morte desta mãe terá sido provocada com golpes de tesoura, o que revela a dramática violência que terá sido vivida naquele lar.
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São muitos os que se revelam capazes de uma resiliência extraordinária e de uma esperança que cativa.
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Ao olhar para trás, percebo como o retiro desta Quaresma me deu oportunidade e tempo para rezar por todos...
As grandes festas precisam sempre de um tempo de preparação.
Quem mais sofre é sempre quem vive numa situação de maior fragilidade, isto é, os mais velhos, os mais pobres, os que vivem mais isolados.
Que sejamos capazes de superar os números da abstenção esperados e exercer o nosso direito de cidadãos.
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