Já foi notícia, isto é, já corresponde à pressa mediática do nosso tempo, em que as notícias se ultrapassam umas às outras, por vezes no breve espaço de 24 horas. Mas não posso deixar de reforçar o meu grande sofrimento quando tomei conhecimento de mais um crime horrendo, desta vez ocorrido na minha diocese de Setúbal. Refiro-me à morte de uma mãe, no Barreiro, às mãos do seu marido. O crime foi presenciado pelos filhos deste casal, um com 14 anos e outro com apenas seis anos de idade, sendo que o mais velho terá tentado evitar a morte da sua mãe. O comunicado da Polícia Judiciária informou que a morte desta mãe terá sido provocada com golpes de tesoura, o que revela a dramática violência que terá sido vivida naquele lar.
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Não sei quanta coragem vai ser necessária para recomeçar, para seguir em frente.
Que Deus nos ajude a sermos filhos e filhas dignos dos Pais que tivemos e que ainda temos.
Todos, todos, todos dão corpo à nossa democracia e merecem ser devidamente considerados.
Escutarmo-nos no mundo das famílias, do trabalho, das escolas, da política, da sociedade como um todo.
A esperança renasce todos os dias. Por vezes basta uma palavra, um encontro, uma partilha.
Não esqueça, como diz a campanha das autoestradas : “O melhor presente é estar presente”, conduza com segurança.
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