Anoitecer animado no Bairro Alto. Artistas, jornalistas, escritores, prostitutas, proxenetas e simpatizantes espraiam-se pelos restaurantes, tascas, casas de fado e esquinas das velhas ruelas. O escritor, editor e polemista Luiz Pacheco, eterno surrealista libertino, saltita por ali, sempre à espera de cravar um "pintor" (100 escudos) a algum conhecido ou desconhecido mais desprevenido. É uma noite quente, 8 de Agosto de 1974, logo após o 25 de Abril. O hoje esquecido Pacheco, autor de obras únicas como ‘A Comunidade’ ou ‘O Libertino Passeia por Braga’, é para muitos uma "personagem maldita".
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