E da arte. E, depois, da cultura. O aniversário de Mozart devia obrigar as nossas escolas públicas a ouvir música uma vez por ano. Faz-nos falta, a música. Sobretudo num sistema educativo que (em vez de ter aulas de música obrigatórias) a desvalorizou, como se fosse um apêndice inútil e despropositado. Nessa matéria, os nossos intelectuais são frios e surdos.
Ao recordar Mozart não é apenas a sua música que se recorda: mas também a evidência de que não se pode viver sem êxtase ou deslumbramento. Há quem pense que isto são minudências. Experimente ouvir. Hoje.
É o regresso do velho grafismo da bela colecção de poesia da Portugália Editora (a de Cabral do Nascimento): recomeça agora com ‘A Vida de Maria’, de Rainer Maria Rilke, traduzido e prefaciado por Maria Teresa Dias Furtado. Óptimo.
FRASES
"Alguém, no seu juízo, acha Sócrates um coitadinho perseguido por tenebrosos" (João Gonçalves, no blogue Portugal dos pequeninos)
"Os avisos e as ameaças [de Sócrates] só podem ter como alvo os polícias britânicos" (António Ribeiro Ferreira, ontem no CM)
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
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O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.