Metade da população não tinha electricidade em casa. A RTP não chegava a todo o território continental nem às ilhas. Transmitia umas 20 horas por dia em dois canais. A programação era variada, generalista: magazines, variedades, teatro, concursos, TV educativa, charlas. Séries e filmes, legendados, eram inacessíveis aos analfabetos, então 25% da população. Quase não havia futebol. A TV era Lisboa. O Telejornal, de meia hora, era o diário do governo fascista. A RTP era a sala de estar para as ‘conversas em família’ de Marcelo Caetano. Mas a TV abria horizontes: mostrava um mundo mais dinâmico do que o regime.
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Por Carlos Rodrigues
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