Nos Estados Unidos, ele recusou um trabalho universitário para trabalhar com as mãos, ser operário. Vai para as Honduras, para a Costa dos Mosquitos, e, aí, a contra-corrente é literal. Sobe o rio, vai no sentido mais difícil; fácil é descê-lo, como os animais mortos o fazem.
Aquele homem escolheu, pois, fazer o contrário da gente comum. Essa ‘Costa dos Mosquitos’ de que tenho estado a falar tem aspas, é pura ficção.
Na vida real, no tempo real (ontem), na Costa dos Mosquitos, também conhecida por Caparica, os homens fazem todos o que todos os homens fazem. Fugir da praia e da praga e refugiar-se na cidade.
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Por Carlos Rodrigues
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