As coisas não correm bem na luta contra a epidemia. Que fazer? Dois caminhos. O primeiro é tentar que elas corram melhor, sobretudo em Lisboa. O outro é encontrar responsáveis que ardam em público para expiação dos pecados governamentais. A culpa era dos jovens, ouviu-se. Não colou. A culpa era do número de testes, acrescentou-se. Também não deu. Soubemos esta semana, pela boca de Fernando Medina, que a culpa é das chefias – as regionais, por enquanto. Cedo ou tarde, a DGS e a própria ministra serão arrastadas para a fogueira, com o dr. António Costa a assistir (da bancada).
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