Algures na semana passada eu podia ter escolhido outra coisa mas o nome do prato era sugestivo, “pequenas tiras de vitela salteadas com gengibre à moda de Pequim”, e seria o acompanhamento ideal para um almoço que incluía, para abrir, um picadinho de romã, cogumelos, pepino, ervas aromáticas, rebentos de bambu, tudo embrulhado num saquinho de farinha de arroz - e que levava, no topo, uma colherinha de caviar. O caviar não era de esturjão, ai de nós, mas eram ovas frescas de um peixe do Mar Amarelo. Além disso, havia camarões fritos que deslizavam num molho agridoce onde despontavam três ou quatro lichias. A descrição é barroca, própria para o outono de Pequim, suave, ao fundo de um parque com a folhagem vermelha de liquidâmbares e a copa amarela de gingko, duas das minhas árvores de eleição. Tudo parecia perfeito, e havia ainda cerveja ‘Yanjing’, que não é a minha preferida, mas o restaurante não tinha ‘Tsingtao’, que na capital é vista como uma cerveja do sul e de Xangai. E veio então o choque.
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