Sobre a minha mesa de cabeceira há dois livros, para além de outros que vão rodando com o tempo: a Bíblia e um livro de Sophia. É a forma que tenho de fechar o dia com os olhos abertos e de adormecer ora em paz, ora irrequieto porque o mundo não acaba no painel da minha imaginação ou nas experiências do dia que se recostam no travesseiro onde repouso. Noto que o mundo é mais vasto e mais complexo. As dimensões em que pretendo arrumá-lo são por vezes demasiado estreitas e apenas revelam que não passo de uma partícula ínfima do planeta, numa vastidão parecida com o infinito. Basta levantar os olhos.
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Por Carlos Rodrigues.
A velha lógica clientelar que comprou o SIRESP continua a matar hoje.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
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