O que consegue hoje fazer em campo e que faz questão de agradecer a Jesus cabe melhor no capítulo dos profanos elogios ao trabalho, como única via do sucesso e do desenvolvimento de talentos. O jovemargentino foi detectado como potencial futebolista de nível mundial, veio parar ao Benfica em anormal antecipação dos dirigentes do clube, mas marcava passo sem atingir no laboratório as performances que a vista desarmada adivinhava.A falta de concentração em campo exasperava adeptos e treinadores.
Mas em menos de um ano,Di María quadruplicou o rendimento desportivo, materializado em golos de colegas e dele próprio. Os próximos meses, em aproximação ao Mundial com toda a confiança de Deus Maradona, prometem um crescendo fantástico. Se não abrandar a entrega ao trabalho e ao prazer de dar prazer.
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Por Carlos Rodrigues
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