Na tragédia envolvente, o sorriso da esperança. No desespero da partida, a chegada da Fé! Foi o que senti no cemitério de Vilar Formoso, no óbito do António Morgado, raiano amigo, aficionado e também apoderado dos Bastinhas. O Padre Zé, como é tratado pelos paroquianos e amigos, e que conheci há mais de trinta anos em Aldeia da Ponte, a todos sensibilizou nas orações do adeus, na igreja vilarense. Mas não posso deixar de recordar o sorriso e o abraço que me dirigiu, ao cruzarmos em surpresa, pouco antes da bênção final. Senti uma emoção inesquecível, difícil de descrever. Neste mundo de desencontros, ingratidões e injustiças, faz falta tudo o que nos ajude a renascer na esperança. Nomeadamente nas coisas à volta da tauromaquia, ante as acusações dos anti, que não reconhecem os mais profundos valores humanos. Aquele abraço, sendo terreno, teve, podem crer, sabor divino!
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos