Cavaco aceitou viabilizar as economias dos outros, com a destruição de parte apreciável da nossa economia, agricultura à cabeça; Guterres anui a um câmbio de 200$00 para 1€, quando se sabia que o máximo seriam 150$00. E por isso o discurso do PR, no 10 de Junho, é duplamente grave: porque com o renascer da agricultura nos últimos anos pretende contraditar quem o considera seu coveiro, e por se permitir, enquanto PR, entrar no dize tu, direi eu, das justificações. Não admira, assim, que Cavaco tenha, facto inédito, uma inimaginável quota de popularidade negativa, que teve o seu batismo, em setembro de 2009, com o episódio das escutas, em Belém, alegadamente a mando de Sócrates. Mas aí se viu que estavam bem um para o outro.
É que tivesse Sócrates outra dignidade funcional, e teria exigido a Cavaco: ou desmentia a notícia, ou deixava de ter Primeiro--Ministro. Sócrates borregou. Cavaco começou a afundar-se.
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Por Carlos Rodrigues
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