Tirando a primeira mensagem, concordo com as outras duas: é preciso ajustar e poupar, sem dúvida, mas não na pobreza ‘virtuosa’. Como lembrou aqui Armando Esteves Pereira, o país precisa é de crescer e enriquecer, o que será uma impossibilidade enquanto este governo persistir num programa falhado (e, lamento escrevê--lo outra vez, na manutenção do euro a qualquer custo). Era isto, e só isto, que Isabel Jonet devia ter dito.
De resto, a sua obra com o Banco Alimentar fez mais para aliviar a miséria real do que os tristes latidos de uma esquerda que, se não come caviar, pelo menos junta-se à direita e avia-se com uns bons bifes.
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Por Carlos Rodrigues
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