Foi lido por gerações de adolescentes e raparigas saídas da infância: as quatro irmãs que protagonizam a história passam por dolorosas dificuldades financeiras, submetem-se a todos os sacrifícios em nome do bem, são caridosas e bem intencionadas – e a história termina bem, com casamentos e sucessos familiares. Um livro assim (publicado há 145 anos) está condenado hoje em dia. Os tempos mudaram: na época, ‘Mulherezinhas’ obteve um sucesso extraordinário e era modelo do feminismo americano. Alcott, que morreu há 125 anos, assinalados hoje, foi abolicionista e sufragista, discípula dileta de Hawthorne, Emmerson ou Henri-David Thoreau, tudo menos reacionários.
Daphne du Maurier, a autora de ‘Rebecca’ ou ‘A Pousada da Jamaica’, a preferida de Hitchcock, sob uma nova luz, na biografia de Jane Dunn, ‘Daphne and Her Sisters’, acabado de sair: longe do amor, nos braços de Safo.
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Por Carlos Rodrigues
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