Começou muito antes de Hassan Rohani, o novo presidente iraniano, ter desejado "um bom Rosh Hashanah (novo ano)" aos judeus, sobretudo aos judeus iranianos. Isto seria impensável sob a liderança de Ahmadinejad.
Há uns tempos, conversei com um ministro iraniano, que sorriu quando chegámos ao tema do radicalismo do seu governo em Teerão. Tínhamos falado da cultura persa, da herança sufi, da geografia das montanhas, da música e da literatura – e dos ciclos da História –, mas a resposta foi equívoca: "Descanse. No meu país há revoluções de trinta em trinta anos." O que está em jogo na "pacificação" das relações entre Teerão e o resto do mundo é mais do que uma ligação aérea com os EUA, sugerida ontem: é o fim de uma era de confrontação entre abismos. E pode mudar tudo.
Daqui a uma semana, estará nas livrarias ‘A Cidade do Fim’, o novo romance de Miguel Real (Dom Quixote) – continuando o seu périplo pelos "lugares do império", agora é Macau que se transforma em cenário do destino português.
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Por Carlos Rodrigues
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