A sua vantagem era ser o original, o homem que desde a década de quarenta não podia ser esquecido quando se falava do "folk americano" e do "ativismo cívico". Pete Seeger (1919-2014), que cantava com desleixo (não era isso que interessava, nem a Alan Lomax ou Woody Guthrie) mas com empenho, serviu-se da música para – nos anos sessenta – a transformar, sobretudo, em intervenção política.
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Por Carlos Rodrigues
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