A ideia é, em primeiro lugar, manifestar indignação porque um vasto número de pessoas anda a ler o livro do criminoso; em segundo lugar, criticar a hipocrisia desses leitores, que não o leem nas esplanadas, mas no recato do lar (ou do ‘bunker'), às escondidas, como pornografia; em terceiro lugar, chamar a atenção para o perigo de não haver censura à edição de livros.
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Por Carlos Rodrigues
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