Ambas eram destinadas a crianças, mas isso é irrelevante no país que se preocupa tanto, até ao desvelo e à indignação, com a questão da ortografia. Acontece nos rodapés das televisões, nos folhetos dos supermercados e das lojas de brinquedos, nos anúncios de jornal e nos textos de políticos, incapazes de juntar sujeito, predicado e complemento direto.
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Por Carlos Rodrigues
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