Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO principal índice de Lisboa ganhou mais de um terço, com todos os títulos a subirem. O mais modesto foi o BCP e o investidor que mais ganhou foi Belmiro de Azevedo. A Sonae quase duplicou de valor ao ganhar 99,08% e a Sonaecom subiu 92,44.
Na conta pessoal, Belmiro recuperou centenas de milhões de euros. E Lisboa nem sequer foi das praças mais expansivas. Na Europa houve ganhos maiores e, por exemplo, a principal Bolsa brasileira, a de São Paulo, ganhou 82%. De facto, o fosso entre os muito ricos e os excluídos é cada vez maior.
Há razões objectivas para a recuperação bolsista. Por um lado, as acções recuperaram das quebras abruptas dos anos anteriores e muitos títulos ainda estão longe dos valores registados antes do crash; por outro lado, as contas da generalidade das empresas cotadas demonstra boa saúde financeira, melhor do queo conjunto da economia.
As empresas cotadasnão representam o tecido económico do País. Fazem partede uma pequena elite. As pequenas e médias empresas,as que criam mais empregos,estão a sofrer mais com a crise.
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