A diferença entre o impacto da divulgação da vida privada reside nos três graus da celebridade. Os primeiros que referi são ‘famosos por um dia’, anónimos que deixam de o ser devido a um crime público, de sangue ou violência doméstica. Ninguém se incomoda com estas notícias. Os segundos são os ‘famosos’, muitos sem profissão ‘normal’, que vivem de aparecer nos media e em vender a vida privada às revistas ou em ‘presenças’ em festas. As notícias que originam são comummente aceites como mercadorias mediáticas. Os terceiros, incluindo Guimarães e Carrilho, estão no patamar das ‘celebridades’, profissionais com notoriedade nos media, devido à profissão, mas também por divulgarem ou até usarem a vida privada para reforço da pública. Neste caso já as elites patetas se chocam com as notícias ‘negativas’.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.
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