Entre as falhas mais gritantes, está a espera por uma qualquer diligência judicial, horas a fio, sem qualquer explicação a advogados, arguidos, testemunhas, etc.
Enquanto não houver um número limitado de processos por juiz, todos compreendemos a marcação de várias diligências para a mesma hora, na expectativa de que, não podendo algumas ter lugar, se poder fazer um adequado aproveitamento do tempo.
Mas se o juiz chegar à hora – e não 45m depois –, e vir, logo, o que pode e não pode fazer, e a que horas, disso mandando, de imediato, informar as pessoas, acaba-se a espera; ou até à hora previsível da diligência, reorganiza-se a vida para o entretempo. Será assim tão difícil a pontualidade e o respeito pelo outro?
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Por Carlos Rodrigues
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Os filhos levam tempo até perceber que os pais também são humanos.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.