Acácio Pereira
Presidente do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEFAcrescentam imperativos como "Tem que se fazer", ou "Tem que se conseguir" e muitos outros. Só falta dizer o que seria elementar: a quem vai custar; quanto vai custar; e como vai custar. A resposta nem sempre é óbvia. À medida que se tenta responder a dificuldade em obter resposta aumenta. Se no primeiro caso – a "quem" – é fácil, pois irá atingir sempre os mesmos (trabalhadores, cidadãos contribuintes) já o "quanto" não é possível quantificar empiricamente – e, mesmo matematicamente, há dúvidas se poderá ser obtido um resultado... Difícil e enigmático será responder ao "como" vai custar. Ou melhor, seria, porque, depois de algum tempo, chega-se a uma triste conclusão: resoluções não há. Respostas muito menos. Quem hoje nos governa gera imperativos só para os outros, fazendo eles pouco, ou nada, para pôr em prática o que apregoam. O "custe o que custar" representa, só, falta de diálogo e de respeito institucional.
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