Esmagado pelo óbvio e insensível aos argumentos técnicos da Justiça, esse mesmo público encolheu os ombros quando o informaram de que, afinal, as escutas eram ilegais e jamais teriam valor em tribunal. Veio agora a Relação do Porto, pela segunda vez, declarar válidas as escutas, indeferindo os recursos dos acusados de Gondomar. Dificilmente aceitaria outro veredicto um público que sabe de cor passagens inteiras das conversas entre os donos da bola. De cor e salteado.
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Por Carlos Rodrigues
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