À estranheza inicial, porém, acabamos por nos habituar e por aderir ao espectáculo, (quase) esquecendo os intérpretes originais. Claro que, como acontece com os sketches dos Monty Python, a diversidade é muita neste best of: há momentos de puro ‘nonsense’, outros do mais completo humor negro.
Nem toda a gente achará graça, por exemplo, ao quadro em que um agente funerário propõe a um cliente que comam, assada, a mãe deste, acabada de falecer... O melhor acontece quando às piadas britânicas se junta a capacidade dos actores nacionais construírem personagens próprias, superando o original.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.