Sabemos que só uma economia dinâmica é capaz de gerar empregos consistentes. Sem crédito bancário para projectos viáveis de investimento, sem empresários dinâmicos e inovadores, em tempo de mercados sem poder de compra (e que paguem!), a margem para gerar empregos é muito curta. Todos conhecemos a grave crise da economia formal, dada a conjuntura de adversidade na Europa. Perverte as regras do mercado a percentagem crescente da economia informal! Apesar de todas as dificuldades, talvez se comecem a acender algumas luzes no fundo do túnel! Será que, desta vez, a economia solidária irá ter a sua oportunidade?
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Por Carlos Rodrigues
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