Miguel Alexandre Ganhão
Subchefe de RedaçãoAntónio Domingues apresentou a sua demissão de vice-presidente do Banco de Fomento de Angola (BFA), entidade detida em 48,2% pelo Banco Português de Investimento (BPI). As razões de Domingues, que também é administrador não executivo do banco chinês Haintong em Portugal, prendem-se como uma grave violação dos deveres de ‘compliance’ do BFA relativos ao depósito em numerário de 250 mil dólares (221 mil euros) numa conta de Manuel Paulo da Cunha ("Nito Cunha") ex-diretor de gabinete do antigo presidente angolano José Eduardo dos Santos. Este depósito, realizado em 2017, tinha por objetivo constituir uma aplicação no valor total de dois milhões de dólares no BFA. Mas, ao invés do que manda a lei, não foi o ex-chefe de gabinete de José Eduardo dos Santos quem assinou o talão de depósito, mas sim a gerente da agência do BFA. No entanto, esta funcionária quis dar explicações. Por escrito, disse que uma administradora do BFA lhe disse que o dinheiro vinha de outro banco. No entanto, nunca se identificou esse "outro banco". Perante isto, e em virtude do facto de a administradora do BFA, que se encontra em funções na comissão-executiva, ser suspeita de uma outra transação pouco clara, Domingues sugeriu ao presidente-executivo do BFA , António Catana, a imediata substituição da administradora. Como tal não aconteceu, demitiu-se ele.
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Por Carlos Rodrigues
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