Aqui não se chega a tanto, mas o sector livreiro atravessa dificuldades que a euforia do nascimento da Leya e da fusão Porto--Bertrand não deixavam adivinhar. As novidades duram pouco nas livrarias, canibalizadas pela ânsia de publicar sempre mais, e os fracos hábitos de leitura dos portugueses podem piorar devido ao apelo das novas tecnologias.
Não espantam os suspiros de alívio por o IVA dos livros continuar nos seis por cento. O sector escapou a um Fahrenheit 23 por cento tão incendiário quanto o de Bradbury.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.