Lembre-se: a França chegou à África do Sul graças a uma batota (mão de Henry) que prejudicou milhões de Irlandeses. Parece que pagaram por isso. Foram um desastre. Em todos os aspectos. Não jogaram nada e ainda armaram um ‘Saltillo’ de um terceiro-mundismo inimaginável: rufianagem, chulice, greve e mau perder... foi isto que caracterizou o grupo excursionista de Domenech, um líder fraco apunhalado por alguns jogadores falhos de carácter.
De resto, Maradona exultou com o golo do matusalém Palermo; a Grécia pagou pela cobardia futebolística de Rehaggel; a Coreia do Sul passou merecidamente... e o nigeriano Yakubu assinou o falhanço mais inacreditável do torneio.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.