Leio e espanto-me: cientistas e opinativos defendem por aí que só devemos ‘desconfinar’ quando os números estiverem cá em baixo. A ideia deles não é aprender a viver com o vírus, exigindo ao Estado que teste e vacine com outra eficácia. É começar apenas a viver quando o vírus estiver extinto, ou quase. A lógica é imbatível: sem contactos, não há contágios; sem contágios, não há doença; sem doença, não há mortes; donde, cultivemos o ferrolho.
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