O romance ‘Juliette Society’, que a ex-estrela de pornografia Sasha Grey apresentou em Lisboa, não é uma obra-prima, tal como 99,99 por cento dos primeiros livros escritos seja por quem for.
Tem, no entanto, o condão de revelar uma autora que escreve sobre sexo com conhecimento de causa, mas também lança um olhar sobre as fantasias femininas, mais credível do que ‘As 50 Sombras de Grey’. É provável que algumas pessoas nunca sejam capazes de pensar na californiana sem a imaginaram a interagir com um pénis, ou mesmo com vários, como nas centenas de filmes para adultos que gravou entre os 18 e os 21 anos.
Ela pouco se importa.
Sasha abandonou a pornografia pelo seu pé, mas não se envergonha ou arrepende do que fez, provando que integridade e gangbangs não são necessariamente incompatíveis.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.