O facto de as senhoras donas ladies irem a toque de caixa para casa revela a coragem profissional da SIC. Atitude que, em dias de tanta cotovelada, se tornou raríssima.
Quem (ainda) não desmaia em frente ao televisor, sabe da existência de meia-dúzia de programas que são autênticos fiascos nacionais e da paciência, mas que, por questões de honra à grelha de programação, seguem a cacetear o ecrã.
Não gosto da teimosia que esmorraça as boas e as outras alternativas. Gosto de procedimentos iguais aos da SIC, e que ultrapassam o ‘Himalaia’ das audiências.
Gosto da laringe desafinada dos instrutores da ‘1.ª Companhia’. Gosto quando gritam com vontade de rir. Gosto que as botas do Castelo Branco tresandem. Gosto do esforço da Valentina. Gosto dos sapatos nos pés.
Não gosto de biqueiras que rasem a cabeça. Não gosto.
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Tomar a ilha de Kharg é combater o fogo com gasolina.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
Alguém tem de colocar ordem no futebol português.
Os líderes europeus não conseguem proteger-nos dos efeitos desta guerra.
Instituições nada são sem a massa humana que as compõe.
O Irão foi-se transformando pelo seu isolamento global e dependências estratégicas num Estado “zombie”.