É bonita a palavra política. Refere-se claramente à cidade, ao espaço e também às pessoas. E de seguida envolve um todo, um jogo, um desafio, uma cultura, uma luta, um acordo, uma cidade em edificação constante. Mas tem tanto de sublime como do seu contrário, esbarrando quantas vezes na banalidade e ainda nos becos duma cidade com dimensões estreitas e, porventura, mesquinhas.
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Por Carlos Rodrigues.
A velha lógica clientelar que comprou o SIRESP continua a matar hoje.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
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