Acredito que o meu clube vai ganhar à Costa do Marfim. Jogo difícil contra um adversário forte, uma das melhores selecções africanas do momento. O continente africano nunca depositou tantas esperanças em ver uma selecção sua campeã do Mundo. Este é o momento que os africanos esperam aproveitar para fazer história. Também por isso, a Costa do Marfim é um adversário poderoso. Espero pelo jogo para compreender a estratégia da selecção africana. Desconfio da sagacidade do seu seleccionador, demonstrada na escolha de Toni, um treinador português, para observar os adversários. Para mim, a escolha de Toni tem a ver com o jogo com Portugal e não com a amizade. É o jogo crucial para ambas as selecções e Sven sabe disso. É estratégia.
Também por isso, aposto na Costa do Marfim a jogar de uma forma muito europeizada. Bloco baixo, oferecendo quarenta metros de construção a Portugal, mas depois, eliminando espaços nos outros sessenta. E Portugal sofre, se for obrigado a jogar em ataque posicional. Para mim, é a chave do jogo. Se Portugal encontrar soluções para jogar em contra-ataque ou ataque rápido, fica mais perto da vitória.
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Por Carlos Rodrigues
Enquanto o COI impedia homens biológicos de baterem em mulheres, por cá a gente entreteve-se com uma pseudo-traição na ‘Secret Story’ e a bolha mediática acha mal José Luís Carneiro pressionar pela libertação de presos políticos.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
É caso para temer que seja mais do mesmo.
Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
Somos dos países mais seguros. Porquê? Porque somos dos mais subdesenvolvidos.