Queriam todos ir mais longe. A começar por Joachim Löw, o seleccionador. Herdeiro do cargo depois de ter sido adjunto de Jürgen Klinsmann, o engripado Löw foi o revolucionário táctico da Alemanha esta década, dotando a equipa de um impressionante arsenal de respostas para todas as situações do jogo.
Praticamente ignorado pelo público do Campeonato do Mundo da África do Sul, o seleccionador Joachim Löw é uma aposta a prazo da federação alemã de futebol, que anunciou já a renovação do contrato visando o Campeonato da Europa de 2012 [Polónia/Ucrânia]. Löw terá aí a sua terceira oportunidade de vencer – ou confirmar a propensão para os outros lugares do pódio. Como no Mundial de 2006, na Alemanha, em que, ainda como adjunto, venceu Portugal por 3-1 e ficou na terceira posição, ou no Europeu de 2008 , em que baqueou na final frente à... Espanha. Por 1-0.
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Por Carlos Rodrigues
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