Têm nomes desconhecidos do grande público, como Rony, Ivo, Gelson ou Tiago Sá. Formam a seleção de sub-19 que vai disputar amanhã o título europeu contra a Alemanha.
Todos eles têm a idade dos grandes negócios no futebol. Grandes negócios que os clubes portugueses se especializaram em fazer unicamente com jovens estrangeiros. Porque o que é nacional não tem passes inflacionados, não rentabiliza fundos, não traz comissões milionárias.
Os adeptos portugueses devem assistir à final com atenção: mesmo que sejam campeões europeus, o mais certo é que pouco se venha a ouvir falar destes jovens no futuro próximo em Portugal.
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Por Carlos Rodrigues
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Hoje, o desafio não é reescrever o texto constitucional, mas cumprir o seu espírito.
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