SIM
A democracia vive da palavra pública, do assumir de opiniões e do definir das escolhas pelo voto. A cerimónia do ano judicial cumpre as duas primeiras funções e não é dispensável. Constitui ótimo termómetro do nível da vida política.
João Vaz, Redator principal
NÃO
Trata-se de um ritual bafiento, que não leva a nada, completamente distante do quotidiano dos tribunais, preenchido por discursos exemplares dos quais ninguém se lembra no dia seguinte, muito menos na prática.
Ana Luísa Nascimento, Subchefe de redação
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Por Carlos Rodrigues
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